Três discos para entender o choro de Belém
Da rádio dos anos 70 às gravações ao vivo do clube: uma escuta guiada para quem está chegando.
O choro paraense sempre foi mais tocado do que gravado. Boa parte do repertório vive na memória dos músicos e nas rodas de quinta-feira. Ainda assim, alguns discos ajudam a entender o caminho.
1. Os regionais de rádio
As gravações dos regionais que acompanhavam cantores nas rádios de Belém mostram o choro como linguagem de acompanhamento, sempre a serviço da voz.
2. Rodas da Quinta (ao vivo)
O registro do Regional do Paço na Casa do Choro captura o som da roda: conversa, copo, aplauso no meio do tema.
3. Beira de Rio
O primeiro disco do Conjunto Beira-Rio, que sai em outubro, aponta para onde o choro daqui pode ir: bandolim, guitarra e curimbó no mesmo tema.